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quarta-feira, 23 de maio de 2012

O VOTO: A ARMA DO HOMEM COMUM

Por Osana Rocha, do Nísia Digital.
As cidades ficam desertas após as eleições. Não há mais necessidade de reuniões e acabam-se os tumultos. Os poderosos abandonam as ruas e os campos de batalhas ficam vazios. Não existe mais luta, mas as marcas desses duelos ainda vão continuar por muito e muito tempo. As sujeiras nos muros, as faixas e cartazes rolam no chão e na lama fotos de candidatos misturam-se ao lixo e só comprovam que ali aconteceu uma guerra imunda. Não existem mais brigas, insultos, acabaram-se as “baixarias” de uma politicagem inescrupulosa. Os panfletos, que antes eram armas poderosas, perderam o seu poder de fogo, de repente voltaram a sua função de papeis comum. Acabaram-se também os enormes sorrisos. Não há mais necessidade de tanta hipocrisia. Chega de abraçar as criancinhas pobres no meio da multidão; de apertam as mãos de pessoas miseráveis. As máscaras podem ser retiradas, mas serão atirados ao lixo, certamente, serão usadas novamente daqui a quatro anos. O voto é a única arma do homem comum, mas ele não sabe usá-la. Somente em um país sem memória um político corrupto, consegue se eleito várias vezes e ainda assim, conseguir a confiança do povo. Chega de ser lesado; de tanta mansidão; o cidadão brasileiro está sendo derrotado por causa da sua própria ingenuidade. Atiram em suas próprias cabeças e cometem suicídios em massa quando dão o poder a um mal representante. Matam sonhos, matam a esperança, matam a si mesmo e não sabem. Maus dirigentes devem ser afastados dos seus cargos e punidos pelos seus atos, por que não são representantes, mas inimigos do povo.

domingo, 13 de maio de 2012

FELIZ DIA DAS MÃES

segunda-feira, 30 de abril de 2012

MISSA DE DESPEDIDA DO PADRE JOSÉ LENILSON.

Fotos-Agripino Júnior (NISIA DIGITAL)

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Financeiras vão aderir aos cortes de juros

Depois dos grandes bancos, agora é a vez de as financeiras cortarem as taxas de juros para não perder clientes. 'Todas vão reduzir as taxas no limite do possível. No decorrer do mês que vem, vamos ter boas novidades', avisou Érico Ferreira, presidente da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), que reúne 64 financeiras.

Desde que o governo sacudiu o mercado de crédito duas semanas atrás e usou os bancos oficiais para forçar a redução dos juros, a competição se acirrou até entre a Caixa e o Banco do Brasil (BB). Quem saiu ganhando foi o consumidor, como o funcionário público João Paulo da Silva Barreto, de 30 anos.

Funcionário do Judiciário, ele acaba de fazer uma operação de portabilidade: levou um crédito consignado obtido no BB para a Caixa. 'Valeu mudar porque a taxa de juros da Caixa é menor', disse Barreto, que não fechou a conta salário no BB. A taxa de juros mensal cobrada pela Caixa é de 1,2% e, no BB, de 1,37%. Isso dá uma redução de R$ 14 na prestação atual de R$ 1.430, de um empréstimo de R$ 45 mil, financiado em 40 meses.

Além das condições mais vantajosas de empréstimo, Barreto disse que optou pela migração porque pretende obter um outro financiamento para compra de imóvel. Por isso, ele acha interessante ter conta na Caixa.

Guerra. O vice-presidente de Atendimento e Negócios da Caixa, José Henrique Marques da Cruz, descreveu a 'operação de guerra' que foi montada pelo banco para atender ao aumento significativo no número de clientes ocorrido em duas semanas. A partir de segunda-feira, todas as agências vão abrir uma hora mais cedo. 'Deslocamos até funcionários de áreas 'meio' para o atendimento', contou.

No dia 12 de maio, um sábado, as principais agência vão funcionar só para atender o público e fazer simulações sobre as novas condições dos empréstimos.

O executivo ilustra com números o crescimento da procura por informações sobre crédito. Desde o dia 9 de abril até ontem, o site da Caixa recebeu 1,035 milhão de visitas e realizou 421 mil simulações de crédito. O telemarketing, com 350 funcionários, montado exclusivamente para informar sobre o novo pacote de crédito, recebeu 40.730 ligações.

Além da maior procura, há números vigorosos de aumento nos empréstimos. Em duas semanas, foram fechados na Caixa 26,7 mil financiamentos de capital de giro para empresas, com alta de 276% sobre o período imediatamente anterior. Para o consumidor, o banco aprovou no período 84,7 mil novos créditos, volume 20% maior do que o de duas semanas atrás.

Cruz disse que dinheiro não falta para bancar a ofensiva no crédito. 'O banco tem R$ 78 bilhões para o programa e há margem para ampliar a cifra.' Quanto ao risco, ele disse que o seu é mais baixo do que o do mercado.

* Fonte: Estadão.